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Este Site tem por objetivo mostrar os gargalos do desenvolvimento
da serra, na ótica
dos empresários, sacrificados
com encargos
trabalhistas,
carga tributária, burocracia e
juros altos.
 
 
 

 

 

Avenida Industrial, a solução dos gargalos de logística do CIVIT

Os empresários do CIVIT enfrentam alguns problemas como: burocracia, carga tributária, juros altos, variações no dólar, escoamento da produção pelo terminal portuário de Vila Velha e a crise econômica, que esmagou o mercado interno. No caso das graniteiras serranas tem ainda um agravante: o atraso na entrega devido à saturação do Terminal Portuário de Vila Velha (TVV). Segundo o empresário Paulo Romero além da demora no embarque dos contêineres ovados, falta no TVV equipamentos para contêineres Open Top (abertos em cima). Portanto, só é possível o embarque de contêineres Dry Box (fechados em cima). “Além do mais o porto fica longe e as carretas têm que passar pela Rodovia do Contorno, sem contar que Vitória é final de rota para algumas linhas marítimas que fazem a rota sul, uma das razões do atraso no embarque”. Concluiu. Por isso que nós batemos na tecla, temos um terminal portuário o que está faltando para nossas empresas exportar por ele?

A falta de uma avenida industrial, ligando as empresas do CIVIT, num estremo à BR 101 e no outro ao Porto de Tubarão, Ferrovia da Vale e AcelorMittal é uma questão de logística intermodal, que terá quer ser executada imediatamente para a Serra se desenvolver na medida do seu crescimento populacional. A estagnação econômica e retrocesso nos investimentos privados é um risco que o município não pode correr.

Sobre o trânsito na Avenida Eudes Scherrer de Souza, especificamente na saída de carretas carregadas ao lado do Hospital Metropolitano é um problema que será resolvido quando a Prefeitura ou o Governo do Estado concluir a terceira parte da Rodovia Industrial que vai ligar o CIVIT II ao CIVIT I e BR 101. Não é só o barulho e a poluição que incomodam, mas principalmente a logística, que neste caso deixa a desejar. O trânsito de carretas na mesma via do transporte coletivo e demais veículos.

Essa ação social do site Amostras Industrial em parcerias com as empresas do CIVIT tende a ser um sucesso na medida em que sensibilizar nossos representantes eleitos e o poder público de modo geral, até mesmo atrair investimentos pela via das PPPs alavancando o progresso da Serra, gerando mais empregos, renda e tributos à União, ao Estado e aos municípios que demandam esse sonhado investimento no Motor Econômico do Espírito Santo.

Essa questão não está contemplada no Plano de Desenvolvimento o que foi delineado sobre transporte é genérico e nada define em termos de ação. Se não vejamos.

“Infraestrutura que possibilite uma eficiente mobilidade intra-urbana e conexões metropolitana e com os principais eixos logísticos de integração com as economias estadual, nacional e internacional, reforçando a condição de plataforma logística.

• Um sistema de transporte interno que facilite a mobilidade de pessoas, mercadorias e serviços, contribuindo, assim, para a intensificação e o adensamento da economia local e reforçando as especializações econômicas do município”. Apenas isso!

A prefeitura gastou muito dinheiro na confecção e impressão desse plano que não traz nem uma linha falando da conclusão da Avenida Industrial, que vai possibilitar a logística intermodal necessária para implantar esses projetos.

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NO PLANO DE DESENVOLVIMENTO DO MUNICÍPIO DA SERRA estão apontados os fatores positivos do município no seu contexto histórico e sócio econômico, além de mapear as potencialidades para investimentos. Faz uma amostragem dos três setores segundo a vocação do município, nos planos: industrial, comércio e serviços.

O município da Serra desempenhou um importante papel na consolidação do processo de industrialização capixaba, iniciado na década de 70. Foi por meio de empreendimentos como o Complexo de Tubarão, da Vale, e o complexo siderúrgico da Companhia Siderúrgica Tubarão (CST), atual ArcelorMittal Tubarão, que a economia estadual ganhou escalas nacional e mundial. Atualmente, o município da Serra possui cerca de 500 mil habitantes, o que corresponde a 12% da população estadual e a aproximadamente 24% da população da Região Metropolitana da Grande Vitória. Devido a sua posição geográfica estratégica – especialmente pela facilidade de conexão com a parte norte do território capixaba – e pela sua base infraestrutural, o município defronta-se com um vasto leque de oportunidades de desenvolvimento, seja na indústria, setor no qual ganha destaque nacional e internacional, seja no comércio, serviços, logística, construção civil e outros. Com um Produto Interno Bruto (PIB) de R$14,8 bilhões em 2012, apresentou-se como a segunda maior economia dentre os municípios capixabas naquele ano, superado apenas pela capital, Vitória. Essa riqueza representou 13,8% do total do estado e contou com forte participação do setor industrial (41%)”. Fonte: Plano de Desenvolvimento do Município no site da Prefeitura.

Nós do site Amostras Industrial também fizemos uma pesquisa qualitativa com empresários e algumas questões importantes não foram contempladas no Plano de Desenvolvimento do Prefeito Audifax.

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Vejamos que o setor de Rochas Ornamentais está em queda na Serra!